Patriarchal laws and their inscriptions in female bodies: the implication of hiding in abortive itineraries lived in the capital of Bahia

dc.creatorBacellar Gonzaga, Paula Rita
dc.creatorBrandão de Aras, Lina Maria
dc.date2018-02-08
dc.date.accessioned2020-02-17T22:14:26Z
dc.date.available2020-02-17T22:14:26Z
dc.descriptionThe present paper analyzes the impacts of the abortion criminalization in abortive itineraries of five women in a capital city in the northeast of Brazil. Supported in feminist formulations theories about the social institutions construction that ratifies the inequality between the genders and foucaltians contributions on relations of power and discursive formations; the aim of this study was to analyze how the legal discourse is perceived, appropriated, and confronted by the participants. The methodology used was qualitative type, using narrative interviews and discourse analysis. The results show the legal penalty fear that appears with more strength in those women who do not relate fear to religious content. Also, it was found that the criminalization is crucial for them to avoid asking for help and they may be reluctant to seek medical attention when complications occur due to unsafe abortion procedures. The clandestine appears as an aggravating factor in situations of risk and ineffective to effectively avoid the practice of unplanned pregnancy interruptions. Finally, it is proposed a discussion on what promotes support to abortion as a crime the Brazilian context.en-US
dc.descriptionEl presente trabajo analiza los impactos de la criminalización del aborto en los itinerarios abortivos de cinco mujeres en una ciudad capital al noreste del Brasil. Respaldado en formulaciones de las teorías feministas sobre la construcción de instituciones sociales que ratifican la desigualdad entre los géneros y con las contri- buciones foucaltianas sobre relaciones de poder y formaciones discursivas. El objetivo del estudio fue ana- lizar como el discurso jurídico es percibido, apropiado y confrontado por las participantes. La metodología empleada fue de corte cualitativo, con uso de entrevistas narrativas y análisis del discurso. Los resultados muestran el temor a la penalización jurídica que aparece con más fuerza en aquellas mujeres que no relatan temores con contenido religioso. Asimismo, se encontró que la criminalización es determinante para que ellas eviten pedir ayuda y se resistan a buscar atención médica cuando se producen complicaciones debidas a procedimientos abortivos inseguros. La clandestinidad aparece como un agravante en situaciones de riesgo e ineficaz para evitar efectivamente la práctica de interrupciones de embarazos no planeados. Finalmente, se propone una discusión sobre lo que fomenta sostener el aborto como delito el contexto brasilero.es-ES
dc.formatapplication/pdf
dc.identifierhttps://revistas.libertadores.edu.co/index.php/ViaIuris/article/view/782
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/11371/2363
dc.languagespa
dc.publisherVia Iurisen-US
dc.publisherVía Iurises-ES
dc.publisherVía Iurispt-BR
dc.relationhttps://revistas.libertadores.edu.co/index.php/ViaIuris/article/view/782/772
dc.relation/*ref*/Adesse, L. Monteiro, M. e Levin, J. (2008). Abortamento, um grave problema de saúde pública e de justiça social. Revista Radis–Comunicação em Saúde [periódico online] 66, pp. 10-15. Acesso: 28 jun 2015.Disponível em: http://www6.ensp.fiocruz.br/radis/revistaradis/66/reportagens/grave-problema-de-saude-publica-e-de-justica-social
dc.relation/*ref*/Arend, S. M. F; Assis, G. de O; Motta, F. de M. (Orgs). (2012) Aborto e Contracepção: Histórias que ninguém conta. Florianópolis: Insular.
dc.relation/*ref*/Badinter, E. (1985). Um Amor Conquistado: O Mito do Amor Materno. Rio de Janeiro: Nova Fronteira.
dc.relation/*ref*/Bauer, M. W. & Jovchelovitch, S. .). (2002). Entrevista narrativa. Em Martin W. Bauer e George Gaskell (orgs). Pesquisa qualitativa com texto, imagem e som. Um manual prático (Pp.90- 113) São Paulo: Vozes.
dc.relation/*ref*/Beauvoir, S. de. (1980). O segundo sexo: Fatos e Mitos, v.1. Rio de Janeiro: Nova Fronteira.
dc.relation/*ref*/Beauvoir, S. de (1980). O Segundo sexo: A experiência vivida, v. 2. (1980) Rio de Janeiro: Nova Fronteira.
dc.relation/*ref*/Becker, H. (2009). Outsiders: estudos de sociologia do desvio. Rio de Janeiro: Zahar.
dc.relation/*ref*/Brandão, M. H. N. (1993). Introdução a análise do discurso. Campinas: Editora da Unicamp.
dc.relation/*ref*/BRASIL; Código Penal Brasileiro. Decreto Lei Nº 2.848, de 07 de dezembro de 1940.
dc.relation/*ref*/BRASIL, Ministério da Saúde. Norma Técnica Prevenção e Tratamento dos Agravos.
dc.relation/*ref*/Ministério da Saúde (MS). (2005). Resultantes da Violência Sexual contra Mulheres e Adolescentes. Ministério da Saúde: Brasília DF.
dc.relation/*ref*/Ministério da Saúde (MS). Secretaria de Ciência, Tecnologia e Insumos Estratégicos. Departamento de Ciência e Tecnologia. (2009). Aborto e saúde pública no Brasil: 20 anos. Brasília: MS.
dc.relation/*ref*/Ministério da Saúde (MS) (2010). Norma Técnica de Atenção Humanizada ao Aborto. Série Direitos Sexuais e Direitos Reprodutivos - Caderno nº 4, Ed. 2. Brasília: MS.
dc.relation/*ref*/Carneiro, e. de a; carneiro, E. C. de A. R. (2007). Notas introdutórias sobre a análise do discurso. Parte 4 - Fundamentos da Análise do Discurso. Publicado em 11.07.2007. Acesso em: 26 out. 2015. Disponível em: http://www.duplipensar.net/artigos/2007s1/notasintrodutorias-analise-do-discursofundamentos.html
dc.relation/*ref*/Curiel, O. (2009). Descolonizando el feminismo: una perspectiva desde America Latina y el Caribe. Biblioteca Digital Feminista. Acesso em 10 agosto de 2016. Disponível em: http://feministas.org/IMG/pdf/Ochy_Curiel.pdf
dc.relation/*ref*/Del Priore, M. L. M. (1994). A Árvore e o Fruto: Um breve ensaio sobre o aborto na história. Revista Bioética, v. 2, n.1, pp. 43-51.
dc.relation/*ref*/Diniz, Debora, & Medeiros, Marcelo. (2010). Aborto no Brasil: uma pesquisa domiciliar com técnica de urna. Ciência & Saúde Coletiva, 15 (Suppl. 1), 959-966. Acesso em 10 agosto de 2016. Disponível em: https://dx.doi. org/10.1590/S1413-81232010000700002
dc.relation/*ref*/Faúndes, J. M., & Defago, M. A. (2013). ¿Defensores de la vida? ¿De cuál “vida”? un análisis genealógico de la noción de “vida” sostenida por la jerarquía católica contra el aborto. Sexualidad, Salud y Sociedad (Rio de Janeiro), (15), pp.10-36. Acesso em 10 agosto de 2016. Disponível em: https://dx.doi.org/10.1590/ S1984-64872013000300002
dc.relation/*ref*/Foucault, M. (1979). Microfísica do poder. Rio de Janeiro: Graal.
dc.relation/*ref*/Foucault, M. (1988). História Da Sexualidade I: A Vontade de Saber. Rio de Janeiro: Graal.
dc.relation/*ref*/Foucault, M. (2004). A ordem do Discurso. São Paulo: Loyola.
dc.relation/*ref*/Foucault, M. (2005). Em defesa da sociedade. São Paulo: Martins Fontes.
dc.relation/*ref*/Foucault, M. (2014). A Arqueologia do Saber. Rio de Janeiro: Forense Universitária.
dc.relation/*ref*/Galeotti, G. (2007). A história do Aborto. Lisboa: Edições 70.
dc.relation/*ref*/Gregolin, M. do R. et al. (2001). Análise do Discurso: entornos do sentido. Araraquara: UNESP, FCL, Laboratório Editorial. São Paulo: Cultura Acadêmica, 2001.
dc.relation/*ref*/Heilborn, Maria Luiza, Cabral, Cristiane da Silva, Brandão, Elaine Reis, Cordeiro, Fabíola, & Azize, Rogério Lopes. (2012). Gravidez imprevista e aborto no Rio de Janeiro, Brasil: gênero e geração nos processos decisórios. Sexualidad, Salud y Sociedad (Rio de Janeiro), (12), pp. 224-257. Acesso em 10 agosto de 2016. Disponível em: https://dx.doi. org/10.1590/S1984-64872012000600010
dc.relation/*ref*/Humpreys, L. (1974). A transação da sala de chá: sexo impessoal em lugares públicos. Em Matilda Riley e Edward Nelson (Edits) A observação sociológica, Rio de Janeiro: Zahar.
dc.relation/*ref*/Lerner, G. (1990) El origen del patriarcado. La creación del patriarcado. Barcelona: Critica.
dc.relation/*ref*/Menezes, G, & Aquino, E. M. L. (2009). Pesquisa sobre o aborto no Brasil: avanços e desafios para o campo da saúde coletiva. Cadernos de Saúde Pública, 25 (Suppl. 2), s193-s204. Acesso em 10 agosto de 2016. Disponível em: https://dx.doi.org/10.1590/S0102- 311X2009001400002
dc.relation/*ref*/Motta, F. de M. (2008). Sonoro silêncio: por uma história etnográfica do aborto. Revista Estudos Feministas, 16(2), 681-689. Acesso em 10 agosto de 2016. Disponível em: https://dx.doi. org/10.1590/S0104-026X2008000200024
dc.relation/*ref*/Pedro, Joana M. & Wolf, Cristina S. (2010). Gênero, feminismos e ditaduras no Cone Sil. Florianópolis: Ed. Mulheres.
dc.relation/*ref*/Ramos, M. D. (1993). Mujeres e História. Reflexiones sobre las experiências vividas em los espacios públicos y privados. Málaga: Atenea.
dc.relation/*ref*/Rocha, M. I. B. da, Rostagnol, S., & Gutiérrez, M. A. (2009). Aborto y Parlamento: un estudio sobre Brasil, Uruguay y Argentina. Revista Brasileira de Estudos de População, 26(2), 219-236. Acesso em 10 agosto de 2016. Disponível em: https://dx.doi.org/10.1590/ S0102-30982009000200005
dc.relation/*ref*/Rocha-Coutinho, M. L. (2006). A narrativa oral, a análise de discurso e os estudos de gênero. Estudos de Psicologia (Natal), 11(1), 65-69. Acesso em 10 agosto de 2016. Disponível em: https://dx.doi.org/10.1590/S1413- 294X2006000100008
dc.relation/*ref*/Rohden, F. (2002). Ginecologia, gênero e sexualidade na ciência do século XIX. Horizontes Antropológicos, 8(17), pp. 101-125. Acesso em 10 agosto de 2016. Disponível em: https://dx.doi. org/10.1590/S0104-71832002000100006
dc.relation/*ref*/Rubin, G. (2003). Pensando sobre sexo: notas para uma teoria radical da política da sexualidade. Cadernos Pagu, Campinas: N. 21, pp. 1-88.
dc.relation/*ref*/Ruibal, A. M. (2014). Feminismo frente a fundamentalismos religiosos: mobilização e contramobilização em torno dos direitos reprodutivos na América Latina. Revista Brasileira de Ciência Política, (14), 111- 138. https://dx.doi.org/10.1590/0103- 335220141405.
dc.relation/*ref*/Sedgh G, Bearak J, Singh S, Bankole A, Popinchalk A, et al. (2016) Abortion incidence between 1990 and 2014: global, regional, and subregional levels and trends. Lancet 16: 30380-30384.
dc.relation/*ref*/Spivak, G. C. (2003). ¿Puede hablar el subalterno? Revista Colombiana de Antropología, (39), 2003, pp. 297-364.
dc.relation/*ref*/Swan, T.N. (2007). Meu corpo é um útero? Reflexões sobre procriação e Matenidade. Em: Cristina Stevens (Orgs), Feminismo e Maternidade: Diálogos Interdisciplinares. (Pp. 201-244) Florianópolis: Ed. Mulheres; Santa Cruz do Sul: Edunisc.
dc.relation/*ref*/Torres, J. H. R. (2012). Aborto e legislação comparada. Cienc. Cult., São Paulo, v. 64, (2). pp.40-44. Acesso em 21 Jul 2016. Disponível em: http://cienciaecultura.bvs.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0009-67252012000200017&lng=en&nrm=iso
dc.sourceVia Iuris; No 22 (2017): Via Iuris 22; 109-126en-US
dc.sourceVía Iuris; Núm. 22 (2017): Via Iuris 22; 109-126es-ES
dc.sourceVía Iuris; n. 22 (2017): Via Iuris 22; 109-126pt-BR
dc.source2500-803X
dc.source1909-5759
dc.subjectAbortoes-ES
dc.subjectitinerarios abortivoses-ES
dc.subjectclandestinidades-ES
dc.subjectformaciones discursivases-ES
dc.subjectderechos reproductivoses-ES
dc.subjectcriminalizaciónes-ES
dc.titlePatriarchal laws and their inscriptions in female bodies: the implication of hiding in abortive itineraries lived in the capital of Bahiaen-US
dc.titleLeyes patriarcales y sus inscripciones en cuerpos femeninos: La implicación de la clandestinidad en itinerarios abortivos vividos en la capital de Bahíaes-ES
dc.typeinfo:eu-repo/semantics/article
dc.typeinfo:eu-repo/semantics/publishedVersion
dc.typeArtículo revisado por pareses-ES
Archivos